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O que você está esperando para começar a carregar o seu bebê? 

 

Muitos podem ser os motivos que despertaram seu interesse nos portabebês: vontade de ficar agarradinha com seu bebê, vontade de sair de casa sem precisar de um carrinho, necessidade de ter as mãos livres para suas atividades enquanto provê o colo necessário, necessidade de atender um filho mais velho com o bebê no colo, e muitos outros. Independente de qual seja o motivo, talvez você ainda não tenha conseguido colocar em prática seu desejo. 

É comum que as famílias tenham dúvidas sobre a segurança de se carregar um bebê recém nascido usando um portabebê e acabem esperando o bebê crescer um pouquinho para começar a usar. O problema dessa decisão, seja ela consciente ou não, é que acabam demorando demais para começar, e aprender a usar um portabebê com um bebê de 3 meses é muito mais difícil do que com um recém nascido. 

Como assim? Não é mais fácil amarrar um bebê mais “firme”? Não, não é. O bebê com 3 meses começa a ter algum controle de movimentos, fica mais ativo, e gera algumas resistências na hora de amarrar, por isso é mais difícil. Claro que preocupar-se com a condição física delicada e específica de um  recém nascido em pleno desenvolvimento é uma necessidade das famílias, mas o caminho para atender a este cuidado é o da informação e para isso a ciência da Ergonomia pode nos ajudar a carregar com segurança e também a entender a urgência de se carregar o mais cedo possível. 

Carregar o bebê, oferecer-lhe colo e contato físico é uma urgência. A pele é o maior órgão do corpo humano está ligada ao sistema nervoso central pela estrutura embrionária que lhe deu origem em nosso desenvolvimento intrauterino. O bebê dentro do útero tinha sua pele tocada e estimulada permanentemente pelo líquido amniótico e pela parede uterina, por isso o tato é o sentido mais desenvolvido do bebê, é por meio do tato que o bebê conhece o mundo fora do útero e, principalmente, é por meio dele que sente seguro.

Quanto mais novo o bebê, mais ele precisa do colo, mais a necessidade de ser contido e tocado lhe é primária, tanto quanto a necessidade de ser alimentado e cuidado.  Carregar seu bebê desde recém nascido vai ajudar a reduzir choro, as cólicas, e melhorar o sono. Quando não é carregado o bebê passa mais tempo no berço em postura que não é fisiológica gerando, entre outras alterações, a extensão (precoce) da coluna e alteração postural da bacia que dificultam o uso dos portabebês em postura ergonômica. 

No período do pós-parto imediato (os tais 40 dias ou 6 semanas), que é a fase de estabelecimento da amamentação, a dupla mãe-bebê precisa estar em contato constante, gerando os estímulos que o corpo da mãe precisa para regular a produção de leite e que o bebê precisa para aprender a mamar. O contato ajuda a conhecer o bebê, conhecer os sinais que ele emite quando está com fome, quando tem outros desconfortos, e conhecer os primeiros sinais de fome é fundamental para praticar a livre-demanda, que é o que possibilita que a mulher produza leite suficiente. 

Não tenha medo de prejudicar seu bebê carregando! Você pode começar usando um portabebê pré amarrado, que vai ajudar com a insegurança inicial em manipular um recém-nascido e amarrar ao mesmo tempo. Conhecendo alguns conceitos básicos de postura ao carregar e como ajustar seu portabebê você garante a saúde do desenvolvimento motor e emocional  do seu bebê. Se tiver dificuldade assessores profissionais de babywearing que podem orientar a família, tanto  na escolha do modelo de portabebê mais adequado, quanto na prática da manipulação do bebê e das amarrações. 

Mesmo que a dinâmica do pós-parto esteja confusa por aí, usar um portabebê para ajudar sua família a prover colo para o bebê vai facilitar a rotina do puerpério. Não desista!